04/02/2018

Até mais, e obrigado pelos peixes!


Queridos amigos e apoiadores do blog O Leitor Preguiçoso,
 
2018 começou como um ano de transição para mim. Estou concluindo um ciclo em minha vida, e me preparando para começar um novo, com um pouquinho mais maturidade e determinação. Claro que, nesse processo, a gente acaba se modificando também, e chega um momento em que é preciso escolher o que é prioridade, ou melhor dizendo, o que demanda mais da nossa atenção.
 
Por mais que eu seja um apaixonado pelos livros e adore compartilhar minhas descobertas literárias com vocês, infelizmente tem sido complicado manter as atualizações aqui no blog. Eu tenho falhado em me organizar pra escrever toda semana, atualizar o perfil no Instagram com novas fotos e, principalmente, em dar andamento às minhas leituras. Eu tentei, tentei mesmo, mas não está funcionando pra mim.

Isso tem me feito mal, pois não tenho conseguido levar as leituras no meu próprio ritmo. Eu fico sempre preocupado em concluir logo, para trazer o feedback até vocês com o mínimo de periodicidade, e eu tenho percebido cada vez mais que esse formato não funciona pra mim. Sendo assim, eu pensei bastante a respeito, e decidi encerrar meu protagonismo na blogosfera (pelo menos por enquanto).
 
Eu quero agradecer, de todo o coração, o carinho e atenção de vocês nesses últimos meses. Tem sido uma experiência incrível poder compartilhar com vocês minhas experiências de leitura e, também, receber de vocês todo o feedback que ajuda a manter esse projeto funcionando. Por mais que eu tente, não poderia encontrar palavras para expressar minha gratidão a todos os amigos que encontrei a partir dessa ideia. Vocês terão sempre meu carinho e minha gratidão, de todo o coração.

Por fim, desejo que a vida traga para todos nós muitas e muitas leituras fantásticas. É bem verdade que os livros não mudam o mundo. Mas eles podem modificar nossa forma de pensar e de agir, e a partir disso, podemos fazer algo para modificar nossa realidade e, assim, o mundo em que vivemos. Então prossigam sendo leitores preguiçosos, curtindo boas narrativas todos os dias, sem pressa de acabar, e deixando que essas histórias preencham e façam parte de vocês, mesmo depois que a leitura já tiver terminado.
 
Um grande abraço a todos e, mais uma vez, muito obrigado!
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09/01/2018

LEITURAS | O Carteiro e o Poeta (2017)

Se apaixonar é uma coisa complicada.

Quem nunca sentiu aquele frio na barriga quando estava perto do crush, não sabe o que é ansiedade. A gente fica sem saber o que dizer, com o coração martelando forte dentro do peito e as mãos molhadas de suor. 

Ah!, se ao menos a gente tivesse aquela segurança, aquele domínio e talento com as palavras pra saber dizer as coisas mais bonitas... Virar um poeta da noite para o dia, e fazer desse sentimento pura poesia diante do mundo.  


Mário Jiménez é o jovem filho de um pescador. Morador de Isla Negra, um povoado pesqueiro na costa do Chile, ele gasta seus dias tentando ganhar algum trocado para gastar no cinema ou comprando revistas de conteúdo adulto. Um dia, transitando pelo vilarejo, Mário se depara com um aviso colado na janela do Correio local: precisa-se de um carteiro.

Assim, Mário Jiménez ganha sua primeira (grande) oportunidade na vida: entregar diariamente uma remessa de cartas destinadas ao único morador letrado de toda a Isla Negra, o célebre poeta Pablo Neruda.

A princípio, Mário Jiménez vê nessa empreitada uma nova fonte de sustentar seu vício e admiração por mulheres bonitas. Mas a medida que vai conhecendo Neruda, tanto através de diálogos como também da leitura, o jovem carteiro descobre no poeta uma fonte de inspiração e, também, um amigo, transformando sua existência de modo significativo.

Na verdade, a relação de amizade entre Neruda o Mário Jiménez se consolida através da bela Beatriz, a garçonete de um pub local que, com suas roupas apertadinhas e sensualidade, se torna a musa inspiradora das primeiras poesias do jovem carteiro.


"O Carteiro e o Poeta" é uma história sobre pessoas comuns, mas repletas de importância. Mário Jiménez é um rapaz humilde, quase analfabeto, que descobre através da leitura e da poesia, uma nova forma de se expressar e de falar de seus sentimentos. Uma das cenas mais divertidas do livro é quando o poeta impaciente ensina seu jovem carteiro (e, agora, aprendiz) o que são metáforas.

- Eu ia como um barco balançando em suas palavras.
As pálpebras do poeta se despregaram lentamente.
- Sabe o que você fez, Mário?
- O quê?
- Uma metáfora
- Mas não vale, saiu por acaso!
- Não há imagem que não seja casual, filho.

"O Carteiro e o Poeta", página 29

Através da amizade com o poeta, Mário Jiménez descobre em si mesmo a capacidade de realizar algo simples e, ao mesmo tempo, belo. Parece improvável que um jovem que, a princípio, tem pouco ou nenhum apreço pelas palavras descubra em si mesmo as ferramentas necessárias para se inspirar e escrever seus próprios versos, mas é justamente sobre isso que trata este romance.

Qualquer pessoa pode olhar para o mundo com os olhos de um poeta, mas é preciso ter sensibilidade e leveza para transformar o mundo em poesia. 

Trecho do filme "O Carteiro e o Poeta", vencedor do Oscar em 1994.

Publicado inicialmente em 1985, "O Carteiro e o Poeta" ganhou uma adaptação para o cinema em 1994, vencedora do Oscar de Melhor Trilha Sonora no mesmo ano. Contudo, poucas pessoas sabem que o longa-metragem é baseado no livro homônimo do escritor chileno António Skármeta. 

Essa não é a única adaptação de Skármeta para o cinema. Em 2017, o ator e diretor brasileiro Selton Melo esteve a frente da adaptação de outro livro do autor, "Um Pai de Cinema", que chegou aos cinemas brasileiros sob o título de "O Filme da Minha Vida".

Apesar de ter grande prestígio no Chile, António Skármeta é pouco conhecido nas estantes brasileiras. Sua obra mais famosa por aqui é justamente a que ilustra essa resenha.

Pablo Neruda foi um ilustre autor chileno ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, em 1971. Mas seu sucesso como escritor vai muito além dos prêmios literários. Neruda era conhecido, também, como o poeta do amor. Suas poesias, repletas de sentimento e erotismo, encantavam principalmente o público feminino. Sabe-se também que a vida amorosa do escritor era quase tão intensa quanto suas poesias.

Comunista, o poeta foi alvo de muitas perseguições políticas ao longo de toda a vida, principalmente na época em que, associado ao Partido Comunista Chileno, Neruda quase chegou a candidatar-se à presidência da república, desistindo do posto no ultimo instante e passando o bastão ao candidato Salvador Allende.

Diferente do filme de 1994, que situa-se na Itália na década de 50, o livro escrito por Skármeta se passa na década de 70, no Chile, mais precisamente na aldeia pesqueira de Isla Negra, lugar onde Pablo Neruda costumava se refugiar para trabalhar em seus escritos. Inclusive, a casa onde Neruda costumava se refugiar é, nos dias de hoje, um dos pontos turísticos mais famosos do Chile.

Casa do poeta Pablo Neruda em Isla Negra, Chile.

Embora tenha apenas 176 páginas, o livro narrado em terceira pessoa conta com uma linguagem quase tão primorosa quanto a poesia. Eu mesmo tive que reler alguns trechos, principalmente nos diálogos entre Neruda e o carteiro, para compreender melhor a profundidade da narrativa.

Em 2017, o Grupo Editorial Record trouxe uma nova roupagem ao livro de António Skármeta. O exemplar que eu li foi presente da amiga Luiza, do blog Os Livros de Bela. Inclusive, convido vocês não só a conhecem o espaço virtual dela, como também a conferirem a opinião da Luiza sobre esse livro incrível.

"O Carteiro e o Poeta" pode ser facilmente lido em uma tarde, mas eu particularmente recomendo que você aprecie o livro aos poucos, como um livro de poesia mesmo. E claro, vale a pena assistir à adaptação de 1994 também, principalmente pela trilha musical e pela atuação de Massimo Troisi que, de forma brilhante, dá vida ao personagem do jovem carteiro aspirante a poeta.


Título: O Carteiro e o Poeta
Autor: António Skármeta
País: Chile
Ano: 2017  Páginas: 176
Editora: Record




"A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem."
Pablo Neruda
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03/01/2018

FILMES | O Rei do Show (2017)

Quando foi a ultima vez que você foi ao circo?

Eu me lembro de ter ido algumas vezes, quando era criança. Aquela atmosfera mágica, cheia música, luzes, cores e acrobacias... A figura clássica do palhaço, arrancando risadas da platéia... Os trapezistas rodopiando em malabares lá no alto e os motociclistas arriscando a vida no globo da morte... Sempre achei isso tudo fantástico! Eu só não esperava redescobrir essa mesma atmosfera maravilhosa dentro de uma sala de cinema.

"O Rei do Show", musical biográfico dirigido por Michael Gracey.

Chegando aos cinemas brasileiros em 25 de Dezembro, "O Rei do Show" (The Greastest Showman, 2017) é um filme musical biográfico com direção de Michael Gracey e roteiro de Jenny Bicks e Bill Condon. O longa narra a vida e a trajetória de Phineas Taylor Barnum, um dos maiores empresários no ramo do entretenimento norte-americano e, também, o idealizador do circo como conhecemos nos dias de hoje.

Repleto de músicas emocionantes e coreografias expressivas, o filme nos transporta já na sequência inicial para as origens da atmosfera circense, um mergulho profundo na Nova York dos anos 1830.

Phineas T. Barnum (Hugh Jackman) é um homem jovem e com a cabeça cheia de sonhos. Depois de perder seu emprego em uma firma, ele decide apostar todas as suas fichas ao realizar um empréstimo bancário para comprar um museu antigo. Com a ajuda de sua esposa, Charity (Michelle Williams), e de suas duas filhas, Barnum acaba se tornando o primeiro e mais famoso showman da história ao inaugurar uma casa de entretenimento totalmente focada em... digamos, "pessoas exóticas".

P. T. Barnum (Jackman) e a trupe do Circo Barnum.

Decidido a abrir as portas de seu show para todo o tipo de bizarrices, P. T. percorre a cidade recrutando todos os deslocados sociais, desde a mulher-barbada (Keala Settle) até o homem mais pesado do mundo (Daniel Everidge). E assim, a ideia que tinha tudo para ser um precário negócio se transforma numa das mais visitadas e lucrativas opções de entretenimento popular da grande maçã, na década de 1830.

O sucesso do espetáculo só aumenta quando P. T. conhece Phillip Carlyle (Zac Efron), um jovem dramaturgo da alta sociedade que decide somar forças ao Circo Barnum. E assim, a trupe dos excluídos vai conquistando seu espaço, chegando mesmo a se apresentar diante da Rainha Vitória, na Inglaterra, tornando o sucesso de Phineas Taylor Barnum cada vez mais evidente.

Mas será que é possível alcançar fortuna e sucesso sem perder nossa verdadeira essência? Até onde vale a pena perseguir um sonho? Afinal, quanto mais alto o voo, maior a queda.

Phillip Carlyle (Efron) encantado pela trapezista Anne Wheeler (Zendaya).

"O Rei do Show" é, antes de mais nada, um filme sobre (um milhão de) sonhos. Com certeza, em algum momento da vida, você já se perguntou em que parte do caminho ficaram seus sonhos e esperanças, talvez por falta de oportunidades ou mesmo por medo do fracasso. No longa, quase todos os personagens se identificam com essa mesma realidade.

Marcado pela atmosfera musical, o filme recria a trajetória de P. T. Barnum de forma bastante romanceada, beirando o conto-de-fadas. A ideia do "sonho americano" está bem presente em todo o roteiro. O próprio Phineas Taylor vivencia uma infância sofrida e cheia de perdas, e sua trajetória é marcada por uma sucessão de portas fechadas antes do primeiro grande acerto, tudo isso sempre explicito em canções que falam sobre a importância de perseguir um sonho, acreditar em si mesmo e lutar por nossos ideais.

O filme também reforça bastante o discurso sobre tolerância e o respeito pelo que é diferente. Em vários momentos, eu me peguei emocionado com o sentimento e a interpretação do elenco nos ganchos musicais. 

Bastidores de "O Rei do Show", sob o comando do australiano Michael Gracey.

Essa é a estreia de Michael Gracey como diretor. Até então envolvido em outras produções como assistente de direção e montagem, o cineasta australiano traz consigo uma extensa bagagem no campo dos efeitos especiais, algo que se reflete em boas fusões nas cenas de cotidiano dos personagens. Contudo, em algumas cenas,

A trilha sonora, muito empolgante por sinal, fica por conta de John Debney. Destaque para "This is Me", interpretada por Keala Settle (a mulher barbada), canção vencedora do Globo de Ouro de melhor canção original. Já as sequências coreografadas ficam por conta de Ashley Wallen, que fez uma excelente trabalho com Zendaya e Zac Efron, em "Rewrite The Stars".

Com um elenco comprometido e um roteiro musical e apaixonante, "O Rei do Show" é um filme que fala direto ao coração do espectador, emocionando e divertindo na medida certa. Se você está em busca de uma história inspiradora, recomendo fortemente que você assista e que procure a trilha sonora no Spotify (eu mesmo fiquei a semana toda cantando as músicas do filme, haha).


Título: O Rei do Show (The Greatest Showman)
Gênero: Drama, Biografia, Musical
Ano: 2017
Distribuição: 20th Century Fox 
Direção: Michael Gracey
Elenco: Hugh Jackman, Michelle Williams, Rebecca Ferguson, Zac Efron



"A mais nobre das artes é fazer as pessoas felizes."

P. T. Barnum.
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01/01/2018

Como assim leitor preguiçoso?

   Eu não sei você, mas eu já perdi as contas de quantas vezes já comecei um blog na Internet. Acho que minha primeira participação na blogosfera foi um finado blog dedicado ao universo Harry Potter, que chegou a fazer até um pequeno sucesso - e olha que isso foi no tempo pré-histórico da Internet, onde a gente tinha Internet discada e só dava pra conectar nos finais de semana.

   De lá pra cá, a variedade foi tamanha: um blog dedicado a cultura japonesa, outro de textões emo-góticos, e outro ainda só de poesias coletivas. Cheguei a ter uma breve experiência com blogs literários também, mas nada que tenha vingado por mais do que alguns meses. Alguma coisa sempre me fazia acabar enjoando e abandonando o projeto... para, logo depois, começar tudo de novo.

   Mas então eu tive uma ideia, uma coisa que realmente me deixou bem empolgado! "Por que não criar um novo espaço virtual onde eu pudesse escrever sobre tudo aquilo que eu gosto [livros, filmes, séries, etc.] e escrever sobre minhas percepções malucas e distorcidas da realidade (sem uso de entorpecentes, claro)?"

   Foi então que comecei a trabalhar nesse novo projeto. Mas todo projeto precisa de um nome, e isso pra mim é muito importante! Eu precisava de um título bacana, algo que tivesse a ver comigo logo de cara e, ao mesmo tempo, despertasse a curiosidade das pessoas - a ponto de fazer com que elas tivessem vontade de ler mais. 

   Depois de quebrar a cabeça por um tempo, o nome que me ocorreu foi Mar de Vícios. Pensa só: "somos um bando de capitães, e nossas vidas são os barquinhos; estamos sempre perdidos, navegando por um imenso mar de vícios, tentando nos encontrar..." Parecia promissor, então eu logo tratei de fazer a ideia sair da caixola e ganhar cores e formas. Mas de novo, aquela desmotivação fez o trem descarrilar. Algo no título e, acima de tudo, no layout, me incomodava. E eu não sabia explicar o que era.

   Foi então que, folheando um livro do Mario Quinta, eu li algo que fez minha mente voltar a maquinar:
   Comparar a vida com um livro é uma das imagens mais batidas. Que importa? Novidade não é documento. Mas que ansiosa leitura, que suspense. Por que pode terminar sem mais nem menos, às vezes em meio de um capítulo, de uma frase...e, assim, a gente tem que saborear linha por linha, minha filha, para fazê-lo render o mais possível: nada de leitura dinâmica. (QUINTANA - O Livro da Vida)
   Eu nunca tinha me sentido tão representado num parágrafo como quando li esse trecho. Eu gosto de ler devagar, gosto de ir curtindo a história e, às vezes, até paro a leitura na metade, só pra pensar em tudo o que tá acontecendo na narrativa ou, no caso da não-ficção, recordar tudo o que o autor já me contou até aquele ponto. Eu sou assim, sou um leitor preguiçoso.


   Voilà! Encontrei o título perfeito, o termo que me define como leitor, como apreciador não só de bons livros, mas de toda boa narrativa, seja ela um filme, um episódio de uma série, um quadrinho, um mangá, uma bula de remédio. Eu sou um leitor preguiçoso, gosto de aproveitar cada pedacinho da viagem, e deixar a narrativa me mostrar o que ela tem melhor!

   Sabe quando você tem uma ideia incrível, mas te faltam as habilidade necessárias pra fazer essa ideia acontecer? Pois é, foi justamente esse o meu caso. Quando criei a primeira versão desse blog, eu senti que ele merecia mais do que um simples layout da plataforma Blogger. Já que eu estava/estou me propondo a ser um gerador de bom conteúdo, então nada mais justo do que cumprir essa missão num cenário especialmente desenvolvido pra isso, certo?

   Depois de pesquisar um pouquinho, de conversar com alguns amigos que também são rolezeiros blogueiros, encontrei a fada madrinha que ajudou a transformar minha abóbora numa carruagem. A Fernanda Gonçalves, do Sweet Layouts, foi incrivelmente paciente e atenciosa com cada uma das minhas considerações - e pode acreditar quando eu digo que foram muitas! Passamos praticamente todo o mês de Julho trabalhando nas ideias para o novo layout do blog, ajustando cada pequeno detalhe para, agora, chegar nesse baile numa carruagem digna não da Cinderella, mas de Vorazes & Curiosos (minha paródia, pode rir se quiser, nem ligo). 

   O resultado está aqui: um layout minimalista e, ao mesmo tempo, dinâmico - exatamente o que eu queria para o meu espaço virtual na Internet. Fala sério, tá tão incrível que eu fico acessando o tempo todo, só pra ficar namorando o novo layout. E o mais legal é que esse novo visual só me deixa ainda mais inspirado para escrever e compartilhar com a blogosfera um pouquinho das minhas leituras e minhas percepções do cotidiano. 

   E, por falar nisso, vou te contar agora como isso aqui vai funcionar:

LEITURAS: compartilho com você a minha leitura da semana, seja um livro, um quadrinho, um mangá... o material narrativo mais próximo. Todo mês, vou me esforçar em trazer pra vocês ao menos um título de Fantasia, um título de Ficção-Científica, um livro Clássico ou Romance e, por fim, título de não-ficção (não necessariamente nessa ordem).

CRÔNICAS: vai ter textão, sim! E se reclamar, eu só lamento. Escrever é uma das minhas paixões, e eu não quero mais deixar isso de fora da minha vida. Então, toda quinta-feira, você vai ter a oportunidade de ler uma crônica, um conto, um texto reflexivo escrito pela minha pessoa exclusivamente para o blog, olha que legal!

FILMES e SÉRIES: imagine você em casa numa tarde tarde bem preguiçosa... O seu sofá e o edredom estão implorando pra você ficar em casa, e a Netflix já avisou que hoje o dia é só de vocês dois. É aí entra aquela dúvida cruel: o que você vai assistir? O catálogo da Netflix parece até Caverna do Dragão, a gente entra e nunca mais sai. Mas calma que eu tô aqui pra te ajudar. Todo domingo, eu vou te dar uma indicação de filme ou série, pra você curtir seu dia preguiçoso no sofá da melhor forma possível.

NEWS: prático como o próprio nome já diz, nessa sessão você encontra algumas notícias sobre lançamentos do mundo editorial. Quer saber o que vem de novo por aí? Esse é o lugar!  

   Em resumo, esse é o principal conteúdo que você vai encontrar aqui no blog. Mas eventualmente, eu posso te trazer outras dicas e novidades dentro desse universo fantástico das narrativas em outros dias da semana também. Então, pra não perder absolutamente nada, é só curtir nossa página no Facebook, seguir nosso perfil no Instagram, seguir o blog e assinar a nossa Newsletter (os links estão aqui do lado, na barra lateral). E claro, deixar seu comentário é sempre bom, pois assim você me ajuda a trazer conteúdo de qualidade a cada nova postagem.

   A você que chega agora, ou que já acompanha esse meu pequeno espaço virtual: seja bem-vindo! Sinta-se a vontade para interagir comigo, deixar seu comentário e, claro, me convidar pra conhecer o seu espaço também! Vamos ler mais, vamos ler juntos!

Grande abraço e até a próxima!
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Descrição


Ser um leitor preguiçoso é curtir uma boa narrativa todos os dias, sem pressa de acabar, e deixar que aquela história te preencha e faça parte de você, mesmo depois que a leitura já tiver terminado.




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